Doutorado em Biotecnologia
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Navegando Doutorado em Biotecnologia por Assunto "Análise não destrutiva"
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- ItemEstudos sobre a diferenciação de sinais transitórios de fluorescência da clorofila a em plantas de mamoeiro com e sem sintomas na presença dos vírus PRSV-P e PMeV(Universidade Federal do Espírito Santo, 2025-11-30) Medeiros, Weverton Pereira de; Silva, Diolina Moura; https://orcid.org/0000-0003-3885-280X; https://lattes.cnpq.br/; https://orcid.org/0000-0001-9193-894X; https://lattes.cnpq.br/; Paula, Flávia de; https://orcid.org/0000-0001-8679-2982; https://lattes.cnpq.br/; Gouvea, Sônia Alves; https://orcid.org/0000-0001-5180-471X; https://lattes.cnpq.br/; Nascimento, Vitor de Laia; https://orcid.org/0000-0001-5276-2638; https://lattes.cnpq.br/; Costa, Lucas Calvacante da; https://orcid.org/0000-0002-4891-9185; https://lattes.cnpq.br/Infecções virais representam uma ameaça crítica às espécies de plantas cultivadas. No cultivo de mamão, duas doenças virais mosaico do mamão (causada pelo vírus da mancha anelar do mamão tipo P PRSV-P) e doença pegajosa do mamão (causada por um complexo viral do vírus da meleira do mamão PMeV e do vírus da meleira do mamão PMeV2) são prevalentes e capazes de devastar plantações inteiras, incorrendo em perdas econômicas substanciais. As práticas atuais de diagnóstico dependem da identificação visual dos sintomas e da eliminação de plantas infectadas (roguing). O monitoramento da eficiência fotossintética em pomares propensos à coinfecção por PRSV-P e PMeV2 pode permitir uma intervenção precoce, mitigando perdas de produtividade e reduzindo a qualidade dos frutos. Este estudo teve como objetivo avaliar a fluorescência da clorofila a como um biomarcador para comprometimento fotossintético e severidade dos sintomas em mamão infectado com PRSV-P e/ou PMeV2 e explorar a viabilidade da detecção precoce da infecção por esses patógenos duplos, como um estudo exploratório em condições de campo. A fluorescência da clorofila a revelou detalhes sobre a fisiologia de plantas coinfectadas com o complexo de PMeV2 e PRSV-P: a força motriz eletrônica dentro do fotossistema II (FSII) diminui em plantas infectadas e naquelas sem sintomas visuais de infecção, sendo proporcional à idade e ao estágio de desenvolvimento das plantas. Uma desaceleração na rotatividade de transferência de múltiplos elétrons do FSII e uma diminuição na eficiência das reações redox do fotossistema I foram observadas em plantas com ou sem detecção visual da infecção. As evidências geradas sugerem que a técnica de fluorescência da clorofila a pode ser usada para monitorar o estado fisiopatológico de plantas sob estresse biótico.