A cidade quando terra: a feira livre no asfalto neoliberal

dc.contributor.advisor1Cesar, Janaina Mariano
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-6532-1380
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6837127144059829
dc.contributor.authorDetoni, Camila Lenhaus
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5396327367070576
dc.contributor.referee1Guizzo, Iazana
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7202434808678010
dc.contributor.referee2Heckert, Ana Lucia Coelho
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-0026-3674
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8925490592099326
dc.date.accessioned2024-05-30T00:50:28Z
dc.date.available2024-05-30T00:50:28Z
dc.date.issued2020-06-24
dc.description.abstractEl presente trabajo buscó, desde el análisis de las configuraciones del neoliberalismo, reflexionar sobre la experiencia de los sujetos en la ciudad neoliberal, atravesada por coches, hormigón, funciones de seguridad, afectos de miedo. Menos que maneras enfermosos, esta investigación pretende agenciar la emergencia de prácticas de (Bien) Vivir la ciudad que possibiliten la construcción de otros modos de relacionarmonos com la Tierra, nuestra casa común. El trayecto de investigación se centró en la experiencia de hacer feria libre orgánica en el municipio de Vitória, la capital del Estado de Espírito Santo. Sobre todo, el trabajo propuso coser tesituras entre modos de vida que cambien las formas economicistas de relacionarmonos con el universo a nuestro alrededor, en diálogo con las propuestas de contracolonización del pensamiento y de la vida. Se ha buscado problematizar como la constituición de una ciudad neoliberal, ordenada y desinfectada, reverbera en las practicas de todos los dias de quienes hacen la feria orgánica. Los feriantes pequeños agricultores que construyeron con nosotros esta investigación ofrecen conocimientos que pueden aportar hacia la construcción de otros mundos que no sean orientados por la lógica de consumo y de aislamiento. Se ha buscado sentipiensar con la feria libre y las pistas traídas por sus ruidos, olores, colores, silencios, conversaciones, sabores. Recurriendo a aspectos metodológicos de la cartografía, entre marzo de 2018 y marzo de 2020, han sido cumplidos observaciones participantes, siguiendo la vida cotidianas de los feriantes en el hacer feria. A esto se ha combinado conversaciones formales y informales, además de participación en actividades o iniciativas dentro de la feria registradas en diario de campo. Se ha intentado seguir posibilidades de afirmar experiencias comunitarias de los pueblos de la ciudad guiadas a través de la observancia de los otros seres, el ejercicio de poner el corazón en el ritmo de la Tierra y como este puede ser el camino hacia una comunidad que amplie relaciones saludables y potentes em este escenario de desencanto neoliberal y amor a la mercancía. El trabajo de investigación camina, pues, en la dirección de una apuesta ética en el posicionamiento inventivo por la creación de vínculos y de mundos. Los resultados indican hacia el intricado juego de fuerzas entre dispositivos que no cesan de ordenar los espacios y determinar los lugares de cada cosa, y las micropolíticas que permean y/o hacen frente a ese proyecto de normalización de la ciudad y de la vida, a las cuales nominamos antídotos.spa
dc.description.resumoO presente trabalho buscou, a partir da análise das configurações do neoliberalismo, pensar a experiência dos sujeitos na cidade neoliberal, atravessada por carros, concreto, funções de segurança, afetos de medo. Menos que modos adoecidos, esta pesquisa pretende agenciar a emergência de práticas de (Bem) Viver na/a cidade que possibilitem a construção de outros modos de nos relacionarmos com a Terra, nossa casa comum. O trajeto de pesquisa centrou-se sobre a experiência de fazer feira livre orgânica no município de Vitória, capital do Espírito Santo. Nomeadamente, o trabalho se propôs a costurar tessituras do fazer feira como maneira de transitar entre modos de vida que alterem as formas economicistas de nos relacionarmos com o universo ao redor, dialogando com as propostas de contracolonização do pensamento e da vida. Busca-se problematizar como a constituição de uma cidade neoliberal, ordenada e higienizada, reverbera nas práticas cotidianas de quem faz feira orgânica. Os feirantes pequenos agricultores que construíram conosco esta pesquisa ofertam saberes que podem contribuir para a construção de outros mundos que não se orientam pela lógica de consumo e de isolamento. Buscou-se sentipensar com a feira livre e as pistas trazidas por seus barulhos, cheiros, cores, silêncios, conversas, sabores. Recorrendo a aspectos metodológicos da cartografia, entre março de 2018 e março de 2020, foram realizadas observações participantes, acompanhando o cotidiano dos feirantes no fazer feira. A elas juntam-se conversas formais e informais, além de participação em atividades ou iniciativas dentro da feira registradas em diário de campo. Intentou-se acompanhar possibilidades de afirmar experiências comunitárias dos povos da cidade pautadas pela observância dos demais seres, o exercício de colocar o coração no ritmo da Terra, e como este pode ser o caminho para uma comunidade que amplie relações saudáveis e potentes neste cenário de desencanto neoliberal e de amor à mercadoria. O trabalho de pesquisa caminha, pois, na direção de uma aposta ética no posicionamento inventivo pela criação de vínculos e de mundos. Os resultados apontam para o intricado jogo de forças entre dispositivos que não cessam de ordenar os espaços e definir os lugares de cada coisa, e as micropolíticas que permeiam e/ou resistem a esse projeto de normalização da cidade e da vida, às quais nominamos antídotos.
dc.formatText
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/15402
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucional
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucional
dc.rightsopen access
dc.subjectCidade neoliberal
dc.subjectBem viver
dc.subjectAntídotos
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqPsicologia
dc.titleA cidade quando terra: a feira livre no asfalto neoliberal
dc.typemasterThesis
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