Sovradeterminazione e soggettivazione al prisma dei movimenti studenteschi di Francia e Germania tra gli anni sessanta e settanta: Louis Althusser e Herbert Marcuse in dialogo

dc.contributor.advisor-co1Bazzan, Marco Rampazzo
dc.contributor.advisor-co1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1194-8289
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1141684502513379
dc.contributor.advisor1Nascimento, Daniel Arruda
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-9251-2457
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0578569833689838
dc.contributor.authorMorabito, Milena
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0009-0006-7287-6118
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2473382043005898
dc.contributor.referee1Ruoppo, Anna Pia
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-6185-0576
dc.contributor.referee2Viparelli, Irene
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-3162-5647
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3569280333087469
dc.contributor.referee3Evangelista, Roberto
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-0334-9462
dc.contributor.referee4Candiotto, Cesar
dc.contributor.referee4IDhttps://orcid.org/0000-0002-7172-4618
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/6260937850813585
dc.date.accessioned2026-02-11T17:45:48Z
dc.date.available2026-02-11T17:45:48Z
dc.date.issued2026-01-29
dc.description.abstractIl presente studio si propone di analizzare il rinnovamento della teoria marxista tra gli anni Sessanta e Settanta, attraverso l’analisi e la ricostruzione del rapporto tra Louis Althusser e Herbert Marcuse con i militanti dei movimenti di protesta studentesca in Francia e nella Germania Federale. Muovendo dalla questione della perdita di centralità rivoluzionaria della classe operaia, la ricerca articola il confronto attorno alle categorie di sovradeterminazione e soggettivazione. Il lavoro si sviluppa in due sezioni. La prima prende in esame la posizione critica assunta da Louis Althusser nei confronti del movimento studentesco francese, accusato di infantilismo e sinistrismo, e radicato nell’ ideologia piccolo-borghese. In esplicita contrapposizione alla narrativa di Daniel Cohn Bendit, che attribuiva agli studenti l’assoluto protagonismo del Maggio, Althusser rivendica la centralità della classe operaia e afferma il primato della lotta di classe. L’asse portante di questa analisi è la categoria della sovradeterminazione. Attraverso di essa Althusser riconduce le lotte studentesche alla lotta di classe nella ideologia, con un esplicito richiamo alla Rivoluzione Culturale. Si tratta di un compito che, tuttavia, nella sua lettura, i militanti non si dimostrarono in grado di assolvere. La seconda sezione prosegue l’analisi focalizzandosi sulla figura di Herbert Marcuse e sul suo fecondo dialogo con Rudi Dutschke, principale esponente del Movimento Antiautoritario. Muovendo dalla disamina della società unidimensionale, Marcuse individua negli studenti la forza politica capace di riattivare il potenziale rivoluzionario del proletariato. Gli studenti agiscono come catalizzatori, in grado di radicalizzare politicamente anche i soggetti marginali, portatori di bisogni radicali che il sistema capitalistico non può e non vuole soddisfare. Saranno proprio le innovative pratiche messe in campo dagli studenti berlinesi a suggerire l’idea di una rivoluzione radicale guidata dagli studenti, intesa come una trasformazione della coscienza che anticipa e prepara la rivoluzione sociale. Convinto della necessità di ridefinire la teoria e la strategia comunista internazionale alla luce del nuovo scenario globale, Marcuse mutua da Rudi Dutschke le principali coordinate della sua teoria politica degli anni Sessanta. Dal presente lavoro emerge la questione della soggettività rivoluzionaria come uno dei campi di tensione del marxismo degli anni Sessanta. L’intersezione tra la sovradeterminazione e i processi di soggettivazione apre uno spazio teorico all’interno del quale il soggetto non è più inteso come un presupposto statico, ma come il risultato mai definitivo di una lotta incessante.
dc.description.resumoO presente estudo visa analisar a renovação da teoria marxista entre as décadas de 1960 e 1970, por meio da análise e reconstrução da relação entre Louis Althusser e Herbert Marcuse com os militantes dos movimentos de protesto estudantil na França e na Alemanha Ocidental. Partindo da questão da perda da centralidade revolucionária da classe trabalhadora, a pesquisa articula o debate em torno das categorias de sobredeterminação e subjetivação. O trabalho se desenvolve em duas seções. A primeira examina a posição crítica de Louis Althusser em relação ao movimento estudantil francês, que ele acusava de infantilismo e esquerdismo, enraizado na ideologia pequeno-burguesa. Em oposição explícita à narrativa de Daniel Cohn-Bendit, que atribuía o papel principal nos acontecimentos de Maio 1968 aos estudantes, Althusser afirma a centralidade da classe trabalhadora e o primado da luta de classes. O eixo central dessa análise é a categoria de sobredeterminação. Por meio dela, Althusser reconduz as lutas estudantis à luta de classes na ideologia, com uma referência explícita à Revolução Cultural. Esta é uma tarefa que, em sua leitura, os militantes se mostraram incapazes de cumprir. A segunda seção continuou a análise, concentrando-se na figura de Herbert Marcuse e em seu profícuo diálogo com Rudi Dutschke, figura central do Movimento Antiautoritário. Partindo de um exame da sociedade unidimensional, Marcuse identifica os estudantes como a força política capaz de reativar o potencial revolucionário do proletariado. Os estudantes atuam como catalisadores, capazes de radicalizar politicamente até mesmo sujeitos marginais, portadores de necessidades radicais que o sistema capitalista não consegue satisfazer. São precisamente as práticas inovadoras implementadas pelos estudantes de Berlim Ocidental que sugerem a ideia de uma revolução radical, entendida como uma transformação da consciência que antecipa e prepara a revolução social liderada pelos estudantes. Convencido da necessidade de redefinir a teoria e a estratégia comunistas internacionais à luz do novo cenário global, Marcuse assimila de Rudi Dutschke os principais princípios orientadores de sua teoria política da década de 1960. Este estudo destaca a questão da subjetividade revolucionária como uma das áreas de tensão no marxismo da década de 1960. A intersecção entre a sobredeterminação e os processos de subjetivação abre um espaço teórico no qual o sujeito deixa de ser compreendido como uma pressuposição estática e passa a ser entendido como o resultado de uma luta incessante.
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES)
dc.formatText
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/20869
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseDoutorado em Filosofia
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia
dc.rightsopen access
dc.subjectMaterialismo histórico-dialético
dc.subjectMovimento estudantil
dc.subjectRudi Dutschke
dc.subjectHerbert Marcuse
dc.subjectLouis Althusser
dc.subject.cnpqFilosofia
dc.titleSovradeterminazione e soggettivazione al prisma dei movimenti studenteschi di Francia e Germania tra gli anni sessanta e settanta: Louis Althusser e Herbert Marcuse in dialogo
dc.typedoctoralThesis
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