Revisão taxonômica de uma população de Bothrops neuwiedi wagler in spix, 1824 (serpentes: viperidae) isolada no estado do Rio De Janeiro, Brasil

dc.contributor.advisor1Bernils, Renato Silveira
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-5284-0827
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0409824847285874
dc.contributor.authorOrtiz, Flora Roncolatto
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0002-1094-9979
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0253729215217255
dc.contributor.referee1Prado, Gustavo Machado
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000000200442656
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3357539375137456
dc.contributor.referee2Argolo, Antonio Jorge Suzart
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7471408974598135
dc.date.accessioned2024-05-29T22:11:11Z
dc.date.available2024-05-29T22:11:11Z
dc.date.issued2019-08-26
dc.description.abstractabstract
dc.description.resumoO grupo Bothrops neuwiedi reúne nove espécies de jararacas que se distribuem pela América do Sul, ocupando preferencialmente as áreas não florestais do interior do continente. Estudos moleculares recentes apontam que a última revisão taxonômica proposta não reflete a diversidade do grupo e que sua taxonomia permanece mal resolvida. A ampla distribuição geográfica e as variações nos padrões de coloração e desenho da espécie B. neuwiedi mostram a necessidade de uma investigação mais detalhada, sobretudo na população fluminense, que está isolada das demais e estabelecida em ambiente distinto. Este estudo traz uma abordagem morfológica e molecular, na tentativa de associar os padrões geográficos de B. neuwiedi aos clados recuperados, avaliando se os nomes B. atrox meridionalis e B. neuwiedi fluminensis devem ser mantidos na sinonímia de B. neuwiedi. Foram analisados 85 caracteres oriundos de morfologia externa, anatomia hemipeniana e osteologia craniana. A posição filogenética dos terminais foi testada a partir de uma análise de máxima verossimilhança dos genes mitocondriais cytb e ND4 que incluiu pela primeira vez, genes da forma nominal ocorrente na Bahia. A baixa distância patrística e a ausência de diferenças morfológicas entre as duas linhagens aponta que os nomes Bothrops atrox meridionalis e Bothrops neuwiedi fluminensis devem ser mantidos na sinonímia de Bothrops neuwiedi. Uma nova revisão do grupo deve propor a divisão dos espécimes atualmente atribuídos a Bothrops neuwiedi em duas formas distintas. Se assim for, o epíteto neuwiedi deve ser mantido para as linhagens geográficas do clado norte estabelecidas na Bahia, na Serra do Espinhaço e no Rio de Janeiro, enquanto o clado sul, que engloba as populações de Minas Gerais (exceto na Serra do Espinhaço), São Paulo e Região Sul deve receber outro nome. Sugerimos que seja realizado um estudo populacional mais aprofundado entre as linhagens de cada clado a fim de investigar o nível de isolamento entre as populações para que sejam reconhecidas possíveis unidades evolutivas significativas.
dc.formatText
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/13420
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Biodiversidade Tropical
dc.publisher.departmentCentro Universitário Norte do Espírito Santo
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biodiversidade Tropical
dc.rightsopen access
dc.subjectCaracteres morfológicos
dc.subjectFilogenia molecular
dc.subjectMáxima verossimilhança
dc.subjectOsteologia craniana
dc.subjectHemipênis
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqEcologia
dc.titleRevisão taxonômica de uma população de Bothrops neuwiedi wagler in spix, 1824 (serpentes: viperidae) isolada no estado do Rio De Janeiro, Brasil
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typemasterThesis
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