A linguagem matemática e as suas diversas formas de expressão: uma leitura semiótica da matemática e do seu ensino

dc.contributor.advisor1 Bortoleto, Edivaldo José
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-7748-8361
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4348928198416364
dc.contributor.authorRosário, Talita Brum do
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0009-0008-6375-1457
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/
dc.contributor.referee1Bernardi , Luci Teresinha Marchiori dos Santos
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-6744-9142
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3534204043658317
dc.contributor.referee2 Oliveira, Alana Nunes Pereira de
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-2944-4142
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5266907472738525
dc.date.accessioned2026-01-20T12:59:23Z
dc.date.available2026-01-20T12:59:23Z
dc.date.issued2025-11-17
dc.description.abstractThis study analyzes how mathematical language — both in its verbal forms (oral and written) and non-verbal forms (symbolic, graphical, and visual) — influences the teaching and learning process. The research is based on the premise that mathematics is a language composed of different registers of representation, and that students' difficulties often do not lie in the mathematical concept itself, but in the way it is presented, translated, and used in the classroom. The investigation adopts a qualitative, bibliographic, and documentary approach, focusing on Raymond Duval’s Theory of Semiotic Representation Registers. Six studies were analyzed involving different educational contexts (Elementary Education, Youth and Adult Education, blind and deaf students), emphasizing the role of language in the development of mathematical thinking. The results show that pedagogical practices centered exclusively on symbolic or algebraic language limit students’ understanding and hinder conceptual development. In contrast, when teachers articulate different representation registers — such as graphs, verbal explanations, diagrams, images, and concrete manipulation — students demonstrate greater comprehension, engagement, and cognitive development. The research also reveals that many teachers have not received sufficient training to understand and work with mathematics as a language, which reinforces fragmented practices focused only on memorizing algorithms. It is concluded that consciously exploring the diversity of registers enhances mathematical communication, contributes to meaningful learning, and strengthens students’ intellectual autonomy. Duval’s theory stands out as a reference for rethinking teaching practices and promoting mathematics education focused on understanding rather than on the mere execution of procedures.
dc.description.resumoEsta pesquisa analisa como a linguagem matemática — em suas formas verbal (oral e escrita) e não verbal (simbólica, gráfica e visual) — interfere no processo de ensino e aprendizagem. Parte-se do pressuposto de que a matemática é uma linguagem composta por diferentes registros de representação, e que a dificuldade dos alunos muitas vezes não está no conceito matemático em si, mas na forma como ele é apresentado, traduzido e mobilizado em sala de aula. A investigação tem natureza qualitativa, bibliográfica e documental, com foco na Teoria dos Registros de Representação Semiótica, de Raymond Duval. Foram analisados seis estudos que tratam de práticas com diferentes públicos (Educação Básica, EJA, alunos cegos e surdos), enfatizando o papel da linguagem na construção do pensamento matemático. Os resultados evidenciam que práticas pedagógicas centradas exclusivamente na linguagem simbólica ou algébrica limitam a compreensão dos alunos e dificultam a apropriação conceitual. Em contrapartida, quando o professor articula diferentes registros — como gráficos, texto verbal, esquemas, imagens e manipulação concreta — há maior compreensão, participação e desenvolvimento cognitivo. A pesquisa mostra, ainda, que muitos professores não receberam formação consistente para compreender e trabalhar a matemática como linguagem, o que reforça práticas fragmentadas e focadas apenas na memorização de algoritmos. Conclui-se que explorar conscientemente a diversidade de registros amplia a comunicação matemática, contribui para uma aprendizagem significativa e fortalece a autonomia intelectual do estudante. A teoria de Duval se apresenta como referência para repensar a prática docente e defender um ensino de matemática voltado à compreensão, e não apenas à execução de procedimentos.
dc.formatText
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/20807
dc.languagepor
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Ensino, Educação Básica e Formação de Professores
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Exatas, Naturais e da Saúde
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação Ensino, Educação Básica e Formação de Professores
dc.rightsopen access
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectLinguagem matemática
dc.subjectRegistros de representação semiótica
dc.subjectEnsino e aprendizagem
dc.subjectMathematical language
dc.subjectSemiotic representation registers
dc.subjectTeaching and learning
dc.subject.cnpqEnsino
dc.titleA linguagem matemática e as suas diversas formas de expressão: uma leitura semiótica da matemática e do seu ensino
dc.typemasterThesis
Arquivos
Pacote Original
Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
TalitaBrumdoRosario-2025-Dissertacao.pdf
Tamanho:
3.29 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Descrição:
Licença do Pacote
Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: