Índices setoriais do mercado acionário brasileiro e eficiência de mercado: uma análise comparativa entre a crise do subprime e a pandemia da COVID-19

dc.contributor.advisor1Monte, Edson Zambon
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-6878-5428
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5543595580825181
dc.contributor.authorFerreira Filho, Marco Antônio
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0009-0009-6496-1314
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5565073752666081
dc.contributor.referee1Moreira, Ricardo Ramalhete
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-1905-4872
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3263921271806291
dc.contributor.referee2Pella, Antônio Fernando Costa
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0001-9992-8682
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8411021390111365
dc.date.accessioned2026-02-20T15:06:48Z
dc.date.available2026-02-20T15:06:48Z
dc.date.issued2026-01-22
dc.description.abstractThe main objective of this research was to examine the (in)efficiency of the Brazilian financial market, focusing on sectoral indices, during two periods: the Subprime crisis (September 2008 to December 2009) and the COVID-19 pandemic (February 2020 to January 2022). The study tested the validity of the Efficient Market Hypothesis (EMH), in its weak form, for return series by assessing the predictability of past price information. To this end, Multifractal Detrended Fluctuation Analysis (MF-DFA) was employed to identify and quantify multifractality in the time series. In addition, the study examined how market (in)efficiency changed between sectors and across crises of different natures, one financial and the other sanitary. The empirical results show that all sectors exhibited multifractal and antipersistent behavior in both periods. Moreover, the financial sector was the least efficient during the Subprime crisis but became the most efficient during the pandemic. Conversely, the industrial sector displayed higher efficiency in 2008, while the real estate sector was the least efficient during the COVID-19 period. The analysis indicates that multifractality stemmed from both long-range correlations and heavy tailed distributions, with the latter having a stronger influence. Finally, sectors were classified according to their degrees of market efficiency in each crisis. The findings contribute to the debate on market efficiency in emerging economies such as Brazil and offer relevant implications for investors and policymakers.
dc.description.resumoO objetivo principal desta pesquisa foi verificar a (in)eficiência do mercado financeiro brasileiro, com foco em índices setoriais, durante dois períodos: a crise do Subprime (setembro de 2008 a dezembro de 2009) e a pandemia da COVID-19 (fevereiro de 2020 a janeiro de 2022). A pesquisa testou a validade da Hipótese dos Mercados Eficientes (HME), em sua forma fraca, para retornos, analisando a previsibilidade de informações passadas sobre os preços dos ativos. Para isso, foi empregada a Multifractal Detrended Fluctuation Analysis (MF-DFA), visando identificar e quantificar a multifractalidade nas séries temporais. Ademais, examinou-se a variação da (in)eficiência dos mercados, observando as diferenças no comportamento dos retornos entre setores econômicos e os distintos tipos de crise, uma de natureza financeira e outra sanitária. Os resultados empíricos mostram que todos os setores exibiram comportamento multifractal e antipersistente em ambos os períodos. Observa-se ainda que o setor financeiro foi o mais ineficiente durante o Subprime, invertendo-se para o mais eficiente na pandemia. Por outro lado, o setor industrial apresentou maior eficiência na crise de 2008, enquanto o setor imobiliário foi o mais ineficiente durante a pandemia. A análise indica que a multifractalidade decorreu tanto de correlações de longo prazo quanto da presença de distribuições de caudas pesadas, sendo estas mais influentes. Por fim, os setores foram classificados de acordo com seus graus de eficiência de mercado em cada crise. Os resultados contribuem para o debate sobre a eficiência de mercado em economias emergentes, como a brasileira, e oferecem implicações relevantes para investidores e formuladores de políticas públicas.
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES)
dc.formatText
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/20895
dc.languagepor
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Economia
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Jurídicas e Econômicas
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Economia
dc.rightsopen access
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/
dc.subjectEficiência de mercado
dc.subjectMF-DFA
dc.subjectCrises econômicas
dc.subjectMultifractalidade
dc.subjectÍndices setoriais
dc.subjectB3
dc.subjectMarket efficiency
dc.subjectEconomic crises
dc.subjectMultifractality
dc.subjectSectoral índices
dc.subject.cnpqTeoria Econômica
dc.titleÍndices setoriais do mercado acionário brasileiro e eficiência de mercado: uma análise comparativa entre a crise do subprime e a pandemia da COVID-19
dc.typemasterThesis
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