Avaliação da função pulmonar e capacidade funcional após a alta hospitalar de Pacie

dc.contributor.advisor1Mill, José Geraldo
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-0987-368X
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2497419234600362
dc.contributor.authorPolese, Jessica Fabia
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0002-1945-7284
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4520400622789340
dc.contributor.referee1Araújo, Maria Teresa Martins de
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-6795-6136
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7417012714732950
dc.contributor.referee2Souza, Vitor Costa
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-9925-8911
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/
dc.contributor.referee3Valim, Valéria
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-0625-1308
dc.contributor.referee3Lattes http://lattes.cnpq.br/3210373469770019
dc.date.accessioned2025-12-18T18:50:37Z
dc.date.available2025-12-18T18:50:37Z
dc.date.issued2025-10-16
dc.description.abstractIntroduction: COVID-19 emerged as a novel and unexpected disease, demonstrating high mortality and the potential to cause severe sequelae in the population. This study aimed to perform a longitudinal follow-up of a cohort of individuals evaluating lung function and clinical evolution over six months, focusing on the persistence of symptoms and respiratory alterations. Method: Longitudinal follow-up during 6 months of patients with moderate to severe form of COVID-19 confirmed by RT-PCR test, who required hospitalization. Patients were evaluated at 30(D30), 90(D90), and 180(D180) days after hospital discharge. At each assessment, data were obtained by structured questionnaires, and spirometry and the 6 minute walking test (6MWT). Results: A group of 44 patients started the follow-up and 31 completed 6 month follow-up. In D30, all patients were still symptomatic, with the most frequent symptoms being dyspnea (83%), cough (54%), and chest pain (27%). At the D90, almost half of the patients still reported persistent symptoms and difficulties to returning to their usual activities. At D180 28% of participants continued to experience at least one symptom, with dyspnea (17.2%) being the most common. At D30, 14 (45%) participants and in D180, 5 (16%) patients persisted with a forced vital capacity (FVC) below the predicted value suggesting a restrictive pattern and at D30 2 (6%) patients still presented a walk distance (WD) < 330 m and at D180, 8 (25%) patients showed a WD < 75% of the predicted value. Discussion: Although the full extent of COVID-19 consequences is not yet clearly defined, prolonged effects are highly frequent and represent a significant and prevalent public health concern, highlighting the need for continuous follow-up. Conclusion: COVID-19 can evolve with persistent clinic and functional sequelae, which remain present up to six months after hospital discharge
dc.description.resumoIntrodução: A COVID-19 foi uma nova doença que surpreendeu o mundo, mostrando-se mortal e capaz de deixar graves sequelas. O objetivo desse estudo foi avaliar a persistência de sintomas, alterações funcionais e na capacidade funcional após a cura da doença aguda. Método: Seguimento longitudinal por período de 6 meses de indivíduos acometidos com as formas moderada a grave da COVID-19, com diagnóstico confirmado através de RT-PCR, que apresentaram necessidade de internação hospitalar. O seguimento foi realizado aos 30(D30), 90(D90) e 180(D180) dias após a alta hospitalar. Em cada avaliação foram realizados questionário estruturado, medida de função pulmonar através da espirometria e capacidade funcional através da realização do Teste de Caminhada de 6 minutos (TC6). Resultados: Foram acompanhados 44 indivíduos após alta hospitalar sendo que 31 completaram o seguimento de 180 dias. Todos os indivíduos ainda estavam sintomáticos em D30, sendo que os principais sintomas foram dispneia (83%), tosse (54%) e dor torácica (27%). Em D90, quase a metade dos indivíduos ainda apresentava pelo menos um sintoma e relatavam dificuldade para retornar às suas funções laborais. Em D180, 28% dos participantes persistiram com pelo menos um sintoma, sendo dispneia (17,2%) o mais comum. Ao avaliar a função pulmonar observou-se que em D30, 14 (54%) dos pacientes e em D180, 5 (16%) pacientes persistiram com a capacidade vital forçada (CVF) abaixo do valor previsto sugerindo persistência de distúrbio restritivo. Em D180, 2 (6%) dos pacientes ainda apresentavam distância caminhada (DC) no TC6 < 330 m e 8 (25%) pacientes permaneciam com DC < 75% do valor predito. Discussão: Após 180 dias da alta hospitalar muitos indivíduos ainda apresentavam manifestações clínicas e alterações funcionais. A extensão das consequências da doença pulmonar aguda na função pulmonar da COVID-19, apesar de ainda não claramente definidas, são altamente frequentes, levantando relevante questionamento sobre a importância de desenvolver políticas de saúde direcionadas aos indivíduos curados da doença aguda, mas ainda clínica ou funcionalmente doentes.
dc.formatText
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufes.br/handle/10/20726
dc.languagepor
dc.language.isopt
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseDoutorado em Ciências Fisiológicas
dc.publisher.departmentCentro de Ciências da Saúde
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas
dc.rightsopen access
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectSíndrome Pós-COVID
dc.subjectDispneia
dc.subjectFunção pulmonar
dc.subjectPos-COVID Syndrome
dc.subjectDyspnea
dc.subjectPulmonary function
dc.subject.cnpqFisiologia
dc.titleAvaliação da função pulmonar e capacidade funcional após a alta hospitalar de Pacie
dc.typedoctoralThesis
foaf.mboxemail@ufes.br
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